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02/05 – Mais de 20 categorias do Executivo Federal participam de encontros setoriais nessa quinta, 3, em Brasília PDF Imprimir E-mail

Condsef/Fenadsef reúne representantes de sua base para debater conjuntura, saídas para crise em planos de autogestão, ações para garantir cumprimento de acordos firmados em 2015, entre outros temas

Representantes da maioria do Executivo em todo o Brasil realizam nessa quinta-feira, 3, em Brasília encontros setoriais convocados pela Condsef/Fenadsef. Na pauta dos encontros, mais de 20 categorias que compõem a maioria dos servidores federais debatem conjuntura, saídas para crise em planos de autogestão, como Geap, Capsaúde, além de discutir ações para garantir que o governo cumpra com acordos firmados em 2015 e ainda pendentes. A Condsef/Fenadsef esteve no Ministério do Planejamento novamente na última semana e mais uma vez os representantes do governo apontaram a Emenda Constitucional (EC) 95/16 como empecilho para o atendimento de reivindicações com qualquer impacto orçamentário. Dado recentemente divulgado mostra que o investimento público no Brasil atingiu seu menor nível em 50 anos. O engessamento de investimentos no setor público preocupa.

Para que o País consiga retomar fôlego e recuperar sua capacidade produtiva é essencial que o Estado garanta investimentos públicos. Com a EC 95 congelando o setor por 20 anos, o cenário de terra arrasada tende a piorar. Como resultado, o desemprego aumenta, a economia segue estagnada e os brasileiros, que seguem pagando impostos, não veem esse investimento ser revertido no acesso a serviços públicos de qualidade. É preciso debater com a sociedade que modelo de Estado queremos. Pois se nada for feito a respeito desse cenário, os impostos vão continuar sendo cobrados e os serviços estarão cada dia mais sucateados.

O que tem se visto é incentivo a privatizações que transferem para o mercado especulativo internacional lucros de estatais e setores estratégicos para o Brasil. A Petrobras já rende lucro para empresas estrangeiras e a Eletrobras também está na mira do setor privado. A própria reforma da Previdência, que seguimos combatendo de forma intensa, abre um campo promissor para o mercado privado de aposentadoria.

As cobranças de acordos firmados e ainda não cumpridos, e a necessidade de avançar em temas que envolvem melhoria das condições de trabalho dos servidores e de atendimento à população também vão estar em evidência nos encontros setoriais. De lá devem sair importantes decisões e as estratégias centrais de reação das diversas categorias do setor público a tantos ataques.

 

        

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