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18/05 – Mergulhado no caos da crise política, Brasil não pode admitir aprovação de reformas que massacram trabalhadores PDF Imprimir E-mail

Condsef/Fenadsef defende que reformas da Previdência e Trabalhista sejam imediatamente retiradas da pauta do Congresso. Sociedade exige eleições diretas

A crise política no Brasil atingiu seu auge na tarde dessa quinta, 17, após divulgação de provas apresentadas pelo dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, de que o presidente ilegítimo Michel Temer deu aval para o pagamento de propina que garantiria o silêncio de Eduardo Cunha sobre envolvimento no golpe que culminou no impeachment da presidenta eleita Dilma Rousseff. O senador Aécio Neves, já afastado do cargo por ordem do ministro do STF Edson Fachin, também foi pego em grampo combinando o recebimento de propina da empresa. Os acontecimentos lançam novamente o Brasil em um cenário de incertezas. De um lado a possibilidade de que eleições indiretas aconteçam e o Congresso, com parlamentares envolvidos até o pescoço em denúncias, escolha o próximo presidente do País. De outro a maioria da população que clama por eleições diretas e quer a retirada imediata de reformas como a Trabalhista e da Previdência.

Há ainda a possibilidade de que o governo ilegítimo se sustente já que foi instalado justamente para entregar a aprovação de reformas que retiram direitos da população. Num momento em que o caos da crise política atormenta todas as chances de reação para superar também a crise econômica, o Brasil não pode admitir que reformas que massacram direitos da classe trabalhadora sejam aprovadas. Representantes do governo ilegítimo e também parlamentares na Câmara e no Senado já admitem que não deve ser possível aprovar as reformas nos próximos meses após os últimos acontecimentos do cenário político.

Nunca a mobilização e unidade da classe trabalhadora foram tão necessárias. É nas ruas que as incertezas devem ser transformadas em um novo rumo para o caos em que o golpe mergulhou o Brasil. A sociedade deve erguer sua voz para cobrar a retirada dessas propostas e a aprovação de eleições diretas e imediatas garantindo a retomada do processo democrático no país. Movimentos sociais convocaram atos em todo o Brasil nessa quinta. Em Brasília, a concentração acontece às 17 horas na rodoviária do Plano Piloto e às 19 horas em frente ao Palácio do Planalto. A Condsef/Fenadsef e suas filiadas, com representantes de todo o Brasil reunidos em Brasília para um seminário de planejamento, devem integrar a atividade.

Confira a agenda de atos já confirmados pelo Brasil e participe desse momento que pode ser decisivo para os rumos político e econômico do país.

RIO DE JANEIRO(RJ): Concentração na Igreja da Candelária
SÃO PAULO(SP): Concentração no MASP - Av. Paulista
BELO HORIZONTE(MG): Concentração na Praça Sete
BRASÍLIA(DF): Rodoviária do Plano Piloto
SALVADOR(BA): Shopping da Bahia
CAMPINAS(SP): Largo do Rosário
MOSSORÓ(RN): Praça do Pax
UBERLÂNDIA(MG): Praça do Fórum
JOÃO PESSOA(PB): Lyceu Paraibano
GOIÂNIA(GO): Praça dos Bandeirantes
MANAUS(AM): Praça da Polícia
ARACAJU(SE): Praça Camerino
FORTALEZA(CE): Praça das Bandeiras
RECIFE(PE): Praça do Derby
MARÍLIA(SP): ilha da Galera Atenas
FLORIANÓPOLIS(SC): Ticen Centro
SANTA MARIA(RS): Saldanha Marinho
VIÇOSA(MG): Praça das 4 Pilastras
CAXIAS DO SUL(RS): Praça Dante Aliguieri
LONDRINA(PR): Concha Acústica
PORTO ALEGRE(RS): Esquina Democrática
VITÓRIA(ES): Em frente a UFES
CURITIBA(PR): Praça da Mulher Nua
JUIZ DE FORA(MG): Parque Halfeld
NATAL (RN): Shopping Midway
BELÉM(PA): Mercado de São Brás
PINDAMONHANGABA(SP): Praça Monsenhor Marcondes
SÃO JOÃO DEL REY(MG): Praça do Coreto

 

        

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