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24/07 – Para Condsef, IDH brasileiro revela falta de investimento em políticas públicas eficientes PDF Imprimir E-mail

A Organização das Nações Unidas (ONU) divulgou nesta quinta-feira o Relatório de Desenvolvimento Humano que mostrou o Brasil abaixo da média a América Latina em educação e expectativa de vida. Para a Condsef, o resultado nada mais é do que o reflexo da falta de investimentos em políticas públicas eficientes. O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é feito com base em indicadores de educação, saúde e renda. Apesar de ter avançado uma posição no ranking mundial, ainda ocupamos o 79º lugar no ranking de desenvolvimento humano. No atual modelo de investimentos adotado no Brasil, ainda que continue pagando mais impostos, a população nunca terá acesso a serviços de qualidade. Não haverá melhora enquanto o governo continuar desonerando bilhões em impostos aos grandes empresários e sobretaxando a população, aumentando preços e recolhendo impostos sem se importar em devolver ao povo serviços públicos de qualidade.

O IDH traz apenas a constatação de uma realidade que permanece. Em ano eleitoral os discursos sempre evidenciam a necessidade de se investir mais e melhor em educação e saúde, além de outros serviços públicos essenciais como segurança, infraestrutura, e outros. No entanto, o que se repete é a ausência de uma política pública realmente eficiente. Os problemas vistos e sentidos pela população têm origem no baixo nível dos investimentos públicos ao longo dos anos. A falta de uma política de Estado forte cobra sua conta justamente daqueles que já pagam caro por ela: a população brasileira.

Além disso, os sucessivos recordes de arrecadação tornam mais difícil para o governo sustentar o discurso de que a crise impõe restrições e impede melhorias importantes e urgentes no setor público. Setor que necessita de revitalização e investimentos urgentes O cenário atual da administração pública preocupa. Sem investimentos o quadro pode se agravar em muito pouco tempo ao ponto de haver colapsos no atendimento à população, obrigação do Estado.

Setor público precisa de reforço – Além de negar aos servidores o atendimento de demandas pendentes, o governo também vem dizendo que pretende interromper a realização de concursos públicos. Essa decisão é considerada grave já que o setor público necessidade urgente de reforço em dezenas de setores essenciais ao atendimento à população. A contratação de novos servidores concursados é fundamental, no entanto a reestruturação de carreiras se faz essencial. É considerável o percentual de servidores que deixam cargos públicos ou por um concurso com melhor tabela salarial ou mesmo pela iniciativa privada.

Dados do próprio governo mostram também que cerca de 100 mil servidores estão prestes a preencher condições para solicitar aposentadoria. Num universo de servidores ativos já em número insuficiente para o atendimento à população, esta é uma lacuna que precisa ser imediatamente sanada. Cabe ao Estado investir de forma adequada no setor público, pois é dele a responsabilidade de devolver em serviços de qualidade os impostos pagos pela população que seguem gerando recordes de arrecadação.

Em busca de ações práticas – O discurso do governo para o setor público não pode continuar sendo o de arrocho. É importante destacar que a resistência deve se fazer constante neste cenário que deixa trabalhadores à margem e privilegia o empresariado. Políticas de governo que privilegiam empresariado em detrimento dos trabalhadores precisam dar lugar a investimentos adequados do dinheiro público no que realmente importa para a população.

Um projeto que prioriza a privatização de serviços essenciais antes de tudo está abolindo o direito constitucional dos brasileiros e condenando a todos a pagar para ter garantido o atendimento adequado quando mais se precisa. Contra isso todos devem se unir. Por acreditar ser possível reverter esse quadro com mobilização e unidade, a Condsef continuará reforçando essa luta e faz coro com as entidades que compõem o fórum nacional e defendem a universalização dos serviços públicos de qualidade.

 

        

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